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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Turismo Sexual

Eu já falei mais ou menos desse tema, porém é difícil não retornar a ele. A inquietação vem do fato que eu, e muitos dos meus leitores, vivem a realidade no cotidiano. Nosso verão é marcado por festas e o velho mito da alegria baiana, num momento em que se esquece de tudo para dar aos turistas tudo que eles querem: sexo.

Eu estava até conversando com um amigo essa semana sobre o valor do sexo na nossa sociedade. É demasiado, só para encurtar a conversa. Tudo desemboca no casamento e relações amorosas que, no final das contas, dá no sexo. É só pensar naquela mulher chata do seu trabalho, que vive enchendo o saco com perguntas ou trabalhos sem a mínima necessidade. A conclusão da maioria é que ela é mal comida. Ora, nós baianos pensamos assim e me envergonha até que em muitos casos eu corroborei com essa assertiva.

Pois aqui o sexo é o centro do nosso turismo. Se em décadas passadas a valorização era do bem-estar e da tranqulidade (preguiça para os sulistas), hoje o apelo é sexual. O que seriam então o carnaval e as festas do verão? Volto a lembrar: você que não conhece o verão de Salvador desconhece o que estou dizendo. É um negócio que, se analisado de uma maneira fria como estou fazendo, dá nojo. Todos os olhos, ouvidos e bocas estão concentrados na satisfação sexual dos outros. Tem que ter festa, tem que ter vida noturna diária e envolvente, tem que ter mulher. O turista não vem a Salvador atrás de cultura e tranqüilidade – isso ele faz indo a alguns destinos do nosso Litoral Norte -, vem sim atrás de putaria, com todas as letras que o diabo gosta.

É estranho porque parece que essa é uma opinião xenófoba, e eu odeio xenofobismo. Não, é uma opinião calcada na realidade. Nossa cidade (incluo até outros destinos da Bahia, como Porto Seguro e região) está virando um puteiro no verão. Um puteiro legitimado e apregoado por boa parte da sociedade jovem local, sedenta por coxas e vaginas. Puteiro é uma coisa ruim? De forma alguma, mas o que estamos vivendo é uma exarcebação da significação do termo e uma enraização da putaria pura e simples.

A esperança mora na mente daqueles que pensam a cultura local. Elogiei aqui e continuo elogiando, mas falta agora tomar as rédeas também do verão, dominado pelo hedonismo puro, barato e turístico.

É, estou meio azedo esses dias. Lembro-me agora de uma frase do grande Cláudio Assis: “faço porque dói”.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O Natal de Júlio

Sentado na cama do motel, Júlio chorava copiosamente. Ao lado, uma toalha jogada e algumas camisinhas usadas. A dor no peito atacava-lhe tão forte que, de tanto chorar, chegou a perder o ar. Mesmo assim não tirava do canal pornô na TV, apenas observando o vai-e-vem de coxas e bundas.

Há um ano que Júlio saía com Marina. O primeiro encontro dos dois foi numa típica cena da noite soteropolitana. Primeiro, o rapaz e os amigos saíram para aquecer num bar da moda, regada a muita cerveja importada. Depois, a noite esticou-se até uma casa noturna, do tipo boate, que tocava som alto e repetitivo para pessoas repetitivas. Foi na saída que os dois trocaram o primeiro olhar. Júlio estava mais do que bêbado e foi induzido pelo amigos a dar em cima da garota. Honesta e de bons princípios, Marina sequer deu trela a ele, não por birra, mas por vontade própria. Porém, uma semana depois, os dois novamente trocaram olhares, e dessa vez muito libidinosos.

Daí para o início do romance foi apenas o tempo de um beijo. Marina, uma garota de família rígida e de educação militar, escorava-se na idéia de uma vida matrimonial feliz e cheia de filhos. Mesmo com apenas 22 anos, a garota pensava que teria apenas um namorado e com ele se casaria. Agora se relacionando com Júlio, a ela já planejava na cabeça todo seu futuro com o namorado. Só faltava avisá-lo.

Com 25 anos, Júlio tinha acabado de se formar em engenharia e conseguido um emprego de grande responsabilidade, mas também de grande faturamento. Era a época em que ele mais saía para curtir, beber e pegar todas as mulheres que via pela frente. Numa típica noite, saía de casa às 20h e só chegava 10 horas depois, na maioria das vezes de banho tomado e barriga cheia. Esperto o tal do Júlio.

No princípio, cheio de vigor e virilidade, Júlio conseguia dobrar perfeitamente a namorada. Conhecia todas as formas de despistá-la e sair para curtir com os amigos. Marina, achava ele, pouco sabia, ou quase nada. Todo fim de semana era a mesma coisa, e só mudou depois de alguns meses, quando a falta da menina começou a ser sentida mais profundamente. Não tinha mais forças para sair e chegar de manhã em casa e apenas pensava nela. O amor tinha tomado todo seu coração, inclusive sumplantado tudo que sentia por si mesmo. Marina sorria.

Menina sorridente aquela. Tinha no sorriso e no olhar um encanto incrível sobre os homens. Era o tipo de mulher que fazia o gênero quieta e sempre bem arrumada, num estilo nem tanto recatada, nem tanto extravagante. Mas, no tempo que passou com Júlio, seu brilho pessoal passou a ser muito maior. O namoro parecia estar dando muito certo e ela nem ligava para as escapadas do namorado, que ela sabia, mas ninguém sabia que ela tinha conhecimento. Pouco importava.

Um ano depois, no natal daquele ano, a festa estava toda armada para as duas famílias. Fato inusitado é que Marina prometeu a Júlio que iria, enfim, transar com ele. Era verdadeiramente uma prova de amor, que o rapaz esperava ansiosamente durante esses 12 meses. Ao longo de todo esse tempo, Júlio ficou na abstinência, apenas treinando em casa se masturbando vendo filmes pornôs de todos os tipos. Porém, não contava de jeito nenhum a Marina ou a qualquer outra pessoa. Por ser um cara descolado e já experiente, ninguém percebia que os dois nunca haviam feito sexo e, claro, ele não ia negar nem concordar com nada.

Depois da troca de presentes, todos foram para casa, menos os dois. Marina pegou o carro de Júlio e propôs um jogo: ele ia vendado o caminho todo, para não descobrir aonde iria. Em troca, ela faria algo inusitado e especial para ele. Óbvio, o rapaz não pensou duas vezes em aceitar. No caminho, vendado, ele não viu que Marina passou o tempo todo mandando torpedos para várias pessoas. A música alta de Madonna abafava o som do teclado sendo manuseado.

O destino final ele já imaginava, porém a quantidade de pessoas que lá estavam nunca ia passar pela cabeça do rapaz. Marina, guardando dentro de si um sentido de vingança e sarcasmo impressionantes, soube por uma amiga que ele tinha pênis pequeno. Não, não era 14 ou 15 cm, eram meros 10 cm de pênis, na maior ereção que ele poderia alcançar. Embora tivesse tentado tratar algumas vezes, nada tinha mudado e Júlio escondia isso de todos os amigos e de quase todas as parceiras sexuais. Sempre dava um jeito e compensava muito com os dedos, as mãos e a língua. Mas Marina pouco se importava. No quarto de motel, mais de 20 pessoas à espera do show da garota, que havia prometido sexo ao vivo. Mas não era com Júlio. Marina desvendou o rapaz que, amarrado, nada pôde fazer. Ela puxou um negro alto e começou ali, na frente de Júlio e de todos, uma forte relação sexual, com direito a tudo que um homem pode esperar de uma mulher. O companheiro de aventura usava apenas um gorro de papai noel.

Passado o martírio, Júlio foi deixado por todos. Andou de um lado para o outro tentando entender aquilo tudo. Seu pênis estava mais flácido do que nunca e sua mente girava sem parar. Tomou banho, bebeu cerveja, acendeu cigarros... E só pensava em Marina, uma garota tão bonita e honesta que só o demônio poderia ter feito aquilo com ela. Sentou na cama, olhou uma toalha jogada e várias camisinhas usadas. Chorou sem parar durante alguns minutos e chegou a perder o ar. Na TV passava um filme pornô diferente, com atores brasileiros e gravação tosca. O filme, estampado no cardápio como destaque do dia, era “Mulheres honestas não valem uma dose de conhaque”. Desfaleceu.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Amor de Itaparica

O bairro do Tororó era a guarida durante 10 meses do ano. Para a família Oliveira, aquele período era igual ao de muitos outros soteropolitanos: chato e corrido, sempre à espera das férias. O que sobrou do ano, sim, era um período excitante. Todos iam passar as férias na ilha de Itaparica.

Joel era o mais danado. Desde que se entende por gente o menino corre solto pelas ruas e praias da ilha. Não parava quieto. Arminda, mãe dele e de mais quatro garotos, desdobrava-se em mil para conseguir segurá-lo. Hoje, com 19 anos, Joel nem se lembra das peripécias do passado, e só quer saber mesmo das meninas. Para ele, não interessa a idade ou a procedência. Nessas últimas férias o problema foi grande.

A questão toda era reencontrar todas aquelas garotas que ele já havia levado para trás da Barraca de Bigode, um barraqueiro boa praça que cedia os fundos do seu estabelecimento para as aventuras sexuais dos garotos. Dizem uns que o coroa era tarado e ficava espiando de longe, mas isso pouco importava para Joel. Negro, alto e dono de famoso dote sexual, ele não se contentava com pouco. E até por isso muitas garotas corriam atrás dele, mesmo parte delas com medo do volume por debaixo de sua calça.

O reencontro naquele ano foi tranqüilo até, e poucas foram as que vieram correndo atrás dele. Joelma foi uma delas. Dona de inigualáveis seios e ancas enormes, ela fazia parte do rol daquelas mulheres de encher um copo inteiro, chegando até derramar algumas gotas, logo sorvidas por lábios apressados. Joel adorava traçar Joelma; era um negócio tremendo, quando os dois transavam a lua se escondia de tanta vergonha. Os dois ferviam. Até hoje a barraca de Bigode ostenta um amassão na parte traseira; ninguém se arrisca a confirmar nada.

Tânia é outra. Moradora de Itinga, também passa todas as férias na ilha. Joel se desdobra pra agradar ela também, que é adepta do sexo seguro. O rapaz não curte muito não, mas é só ela juntar seu corpo contra o dele, para o garoto subir num tesão estrondoso. Ela, magrinha, sucumbi ao porte atlético dele. O vai e vem deles já fez gatos e cachorros de platéia.

Porém, a grande paixão de Joel é Aninha, justamente uma menina que ele nunca transou, sequer beijou. No verão de 2005 chegou perto, quando ela ficou bêbada numa festa regada a cerveja quente e pagode, mas acabou mesmo pegando a irmã dela. Muda a coitadinha, gemeu tanto naquela noite, que amanheceu falando. Milagre que ninguém sabe a procedência e que ela, também, não quis contar. Então Aninha faz jogo duro até hoje. Sua irmã muda, Glorinha, insiste até não poder mais, achando que o sexo do rapaz pode curar a gagueira dela. Joel não sabe disso.

Nesses anos todos, ele nem teve chance de saber. Aninha tem um corpo escultural: seios perfeitos, suficientes para encher a mão sem tirar nem pôr, bunda proeminente, barriga correta e carinha de anjo. Talvez uma das últimas almas femininas de Itaparica que ele não tenha traçado. Essa era a meta para aquelas férias. Mas Aninha, como sempre, calada e tímida passeava sempre com a irmã a tira colo. É verdade que na primeira noite, descontente com um fora dela, Joel tenha ido para a barraquinha acompanhado de Selma, coroa boazuda de Paripe. Comeu e amanheceu com mais sede de Aninha.

A garota era esperta. Queria muito estar suando junto com Joel, num vai e vem intenso de pernas e coxas. Mas o jogo dela era outro. Como era gaga, dificilmente teria novamente o rapaz em suas mãos, isto é, depois da primeira foda, ele ia sair fora. Então a onda era ser difícil, e foi o que ela fez o tempo todo.

Toda noite a praça de Itaparica se enchia de garotos da classe média soteropolitana, com seus carros novos com o som tampando a mala. O lado pobre da ilha não se intimidava e pegava o bonde andando mesmo. Sem gastar um tostão. Joel sempre pegava uma ou outra patricinha, mas eram fracas em relação a Joelma ou Tânia. Nessas noites ele investia em Aninha, mas quase sempre sem sucesso. Quase.

Na última noite, dia de uma festa fechada com muito pagode e clima efervescente, Joel partiu para o ataque soviético: encostou Aninha na parede e puxou-lhe pela bunda. A garota urrou de desejo, mas mesmo assim ainda tentou dar uma de difícil. Porém, entregou-se, não sem antes se encher de coquetel molotov, uma bebida inventada ali mesmo na ilha e que poucos sabiam a real procedência. Até o destino final, a barraca de Bigode, Aninha descarrilhou a falar, mas em nenhum momento gaguejou. Joel estava bêbado também e pouco entendeu.

A manhã seguinte foi de despedidas. Era o domingo derradeiro, o último dia das férias de todos. O Ferry Boat estava lotado como sempre e Joel atrasado. Chegou em casa junto com os primeiros raios de sol e só conseguiu acordar quase 18h. O sorriso em seu rosto era brilhante. Enfim sua meta tinha sido alcançada e de uma maneira memorável. Talvez aquela noite tenha sido a melhor de todas para ele. Os dois juntos amassaram em mais um ponto a barraca de Bigode, juntaram cães e gatos ao redor, fizeram da lua uma mera coadjuvante da noite e chegaram a um novo nível da palavra ‘sexo’.

Aninha, por sua vez, acordou cedo. Curada da ressaca, chegou à mesa do café tranquilamente e conversou sobre todos os assuntos com a família. Mais uma vez, ninguém entendeu nada, já que a menina não mais gaguejava. A única que sorriu com o canto da boca foi Glorinha, que já pensava em inventar algum distúrbio para ser curada dali a um ano.

terça-feira, 10 de junho de 2008

A professora gorda

Em dia de prova, Marta não dava mole para os alunos. Ela não fazia revisão nem se o diretor pedisse. “Prova é prova”, dizia a professora. Ela levava muito a sério esse negócio de avaliação e se orgulhava de, em 15 anos de profissão, nunca ter dado um 10 a um aluno. Marta era gorda e ensinava matemática.

Os alunos lhe davam uma centena de apelidos e o pior é que ele conhecia todos, mas fingia que nada sabia. Fazia parte do papel. Em sua casa Marta guardava cópias de algumas provas memoráveis, daquelas que nem os mais inteligentes da sala conseguiam resolver. Na sala ela também tinha uma TV grande para assistir a todas as novelas; definitivamente não era do tipo intelectual e nunca era chamada para o chopp de sexta-feira dos demais professores. Mas era culpa dela mesmo e a própria tinha consciência disso.

Na prova daquele dia Marta perdeu mais tempo do que o normal no trânsito da Bonocô, parado devido a problemas na obra do metrô. O dia era sagrado, é verdade, e os alunos receberam a avaliação com medo. Menos Deco. O rapaz adotou uma tática antiga de paquerar a professora, fato que com certeza seus amigos desaprovariam se soubessem. Mas lá estava Deco, furtivamente olhando para os seios flácidos e coxas moles de Marta. Ela, claro, achou aquilo muito estranho e não tirava o olho dele, só que para repreendê-lo. Prova terminada, olhares cruzados e Marta se encaminha para casa, mas uma coisa lhe comia o estômago. Comeu até uma coxinha com suco de laranja na entrada da Sete Portas, mas aquele sentimento não mudou. A professora durona, gorda e virgem estava passando por um momento único na vida.

Passou a noite se masturbando olhando a caderneta, que naquela escola chique da Pituba vinha até com foto pra facilitar na chamada. Marta dispunha de um arsenal de vibradores, desde os eletrônicos até os mais básicos. Pensou em Deco a noite toda e até se surpreendeu, já que normalmente se masturbava pensando em Prachedes e Deodato, dois professores gordos e cinquentões que nunca davam bola para ela.

Deco também passara aquela noite toda se masturbando pensando na professora gorda. No fundo de suas gavetas repousavam dezenas de Playboy e Sexy, porém o garoto passou o tempo todo olhando a foto de Marta no site da escola e se masturbando. O pensamento ia longe nas roupas folgadas dela e naquela mão que ele achava a mais macia de todas, embora tivesse tido pouco contato com Marta.

A sensação de toda aquela noite foi melhor ainda para ambos. Ela chegou na escola no outro dia sorrindo, um milagre que até os alunos perceberam e que, obviamente, deu mais um impulso para Deco continuar nas investidas. Naquele mesmo dia ele resolveu ser mais ousado e seguiu a professora até o ponto e pegou o mesmo ônibus dela. Numa habilidade a la Matrix, Deco repousou-se carinhosamente atrás dela e se aproveitou bastante do sacolejo que as ruas de Salvador proporcionam. Ela fingiu não ver e gozou violentamente ali mesmo, no exato momento de uma curva perigosa que, de tanto tesão, ela nem viu onde foi. Quando recobrou os sentidos, viu Deco sentado na cadeira de idosos e foi ousada: passou pelo menino e o puxou para fora do ônibus.

Só na troca de olhares os dois se entenderam, sem falar uma única palavra sequer. Caminharam alguns quarteirões até o apartamento de Marta, onde os dois transaram violentamente durante duas horas. Sem falar uma palavra sequer.

E foi assim que os dois continuaram se encontrando durante todo o resto do ano letivo e, “estranhamente”, Deco tirou as melhores notas da sala. Até um 10 Marta deu a ele, fato esse comentado em toda escola. Deco reinava na cama de Marta quase todos os dias. Até que Marta apareceu grávida.

Atordoado, o estudante resolveu abandonar as horas de sexo e cortou definitivamente relações com a professora. Marta ficou arrassada, mas mesmo assim decidiu seguir em frente com a gravidez e pôs Deco na parede: ou assume ou ela contaria tudo para todos. Ela decidiu pela última opção, muito embora tenha sido pior para ela. A escola decidiu por demitir a esforçada professora e abrir um processo administrativo, enquanto a família rica de Deco tentou acobertar tudo e se apegar na esperança do exame de DNA. Claro que nem foi preciso, uma vez que o próprio rapaz dispensou.

Marta passaria os 9 meses destruída pelo fim do relacionamento se não fosse pelas inúmeras cartas que recebeu. Os nomes ela reconhecia: João, Alberto, Ricardo, Álvaro, Menelau, Manoel, Sávio... Eram todos ex-alunos que confessaram um amor enrustido por ela. Muito mais que amor, e sim um tesão arrebatador que eles não sabiam de onde viam e escondiam de todos. Mastubarvam em silêncio pensando nela e agora se revelaram encorajados pela repercussão do caso.

O bebê nasceu e ganhou o nome de André. Marta estava tranqüila por que agora contava com muitos ajudantes. Ela ia para cama com todos ex-alunos que a procuraram. Muitos já eram casados, outros mantiveram-se solteiros a espera dela. Ninguém reclamava da divisão, pois o sexo era recompensador. Os vibradores foram aposentados.